Plano Nacional de Banda Larga
Depois de desestabilizar o mercado financeiro anunciado na “cozinha” o retorno da Telebrás e fazer as ações da empresa estatal oscilarem para cima e para baixo, o governo publicou nesta última quinta-feira (13/05) o Decreto 7175 que institui o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL).
Na prática o governo só fez dizer que a Telebrás irá “massificar o acesso a serviçoes de conexão à Internet de banda larga”. Não disse nem como pretende fazer isso e muito menos quanto isso vai custar aos cofres públicos. Parece que a única preocupação é capitalizar a estatal.
Por outro lado, a iniciatvia do retorno da Telebrás deverá fazer com que as operadoras do setor possam intensificar investimentos, situação que o governo deveria exigir destas empresas: um serviço melhor de conexão a internet e a preço competitivo. O Brasil tem a pior e a mais cara internet.
Recebemos relatos que em outros países a internet é muito mais barata e muito mais rápida que a nossa “carroça”, e que em vários locais públicos é possível, com um computador com tecnologia wireless, acessar a internet, de form rápida, fácil e praticamente de graça. Japão e França são exemplos de acesso a internet universalisado.
O que podemos fazer agora é esperar, porque o PNBL está previsto para começar a valer a partir de 2011, no próximo governo. Esperamos que o próximo governo possa “arredondar” esse plano e fazer funcionar a distribuição da internet de banda larga. Mas ainda acho que o governo deveria exigir um serviço de qualidade das empresas privadas, que praticamente monopolizam o serviço a preços fora da realidade.






