Mais um texto-convidado do amigo Leandro Deon, dessa vez fazendo um balanço da política brasileira no ano passado. Lembrando que para enviar seu material é preciso seguir as seguintes regras:
1 – O texto tem que ser relacionado ao conteúdo do site;
2 – Ele precisa ser aprovado pelos gênios membros da equipe;
3 – Não tem regra 3.
Está esperando o quê??? Mande logo seu texto!!
O ano de 2011 foi, para a política brasileira, um ano frívolo, ou seja, mínimo em importância.

Depois da ressaca das eleições nas quais o Brasil acordou com uma presidente eleita à sombra do seu antecessor, a oposição em frangalhos e uma economia otimista em meio ao naufrágio da recessão mundial – otimismo esse que se revelou também frívolo – dois fatos merecem ser ressaltados como representativos da direção (ou falta dela) para a política brasileira: a queda do ministro Alfredo Nascimento (PR) e a criação do PSD de Gilberto Kassab.
Olá amigos, antes de partirmos para o texto-convidado de hoje, é importante lembrar que o Vivendocidade não só aceita como incentiva todas as pessoas enviarem seus textos para serem publicados neste espaço.
Para enviar seu material, lembre-se das seguintes regras:
1 – O texto tem que ser relacionado ao conteúdo do site;
2 – Ele precisa ser aprovado pelos gênios membros da equipe;
3 – Não tem regra 3.
Entre em contato , ou pelo twitter ou sei lá como.
Lembrando a todos que a opinião expressa não tem nada a ver comigo!!
No post de hoje, o amigo Leandro M. Deon escreve sobre a lei da ficha limpa…

Festejada como uma das mais importantes iniciativas populares para a moralização da política no Brasil – e comparada com a mobilização pelas eleições diretas em 1984 – a Lei da “Ficha Limpa” chegou ao final de 2011 comprovando não apenas a sua burrice como também a sua ineficácia.