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Assistindo a um episódio de minha série de TV predileta, vi a dedicação de um funcionário público que investigava, a pedido de uma amiga, se o avô dela teria ou não sido um espião.
No episódio em questão, o tal funcionário tenta com que esse cara receba o perdão “oficial” do Estado e acaba descobrindo que de fato ele foi um espião no passado. Que teria passado informações estratégicas ao “inimigo”.
Quando questionado, esse funcionário público se mostra visivelmente abalado, e sua intenção é falar de sua descoberta para todo mundo, que o avô de sua amiga era mesmo um espião, que não merecia nosso respeito, etc.
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A espionagem teria acontecido nos anos 1950 e sua colega, durante o bate papo, tenta jogar a ideia de que são somente papeis e que isso tinha acontecido há muito tempo. Foi então que ele solta a frase que foi objeto desse devaneio:
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Completa dizendo que não se trata apenas de uma traição àqueles que estavam vivos, mas também aos que lutaram e morreram por esse ideal.
Será que o sentimento demonstrado nessa cena é de fácil entendimento para nós, brasileiros?
Semana que vem vamos discutir esse patriotismo genuíno, e o que leva as pessoas a defenderem com unhas e dentes conceitos abstratos de “liberdade” e “democracia” e similares
Não perca!