Geralmente a gente não fala aqui de assuntos da moda, mas a tragédia ocorrida com o aluno de 10 anos em São Caetano do Sul nos fez pensar sobre as possíveis causas que levaram à sua morte tão prematura.
Com 10 anos, a criança ainda não tem a sabedoria necessária para poder avaliar todas as opções possíveis de qualquer coisa, cabendo aos pais essa responsabilidade de limitar as medidas a fim de cumprirem sua missão de auxiliar no desenvolvimento intelectual do mesmo.
O que se nota, fazendo desde já um aparte, é o distanciamento dessa responsabilidade dos pais, por necessidade ou não, mas deixando a cargo dos avós, ou o caso mais extremo, de babás e dos professores do ensino básico.
Inspirado no twitter do psicanalista italiano radicado no Brasil, Contardo Calligaris em post compartilhado via Google Reader, que fala sobre a solidão urbana, algumas palavras.
Ladeira Porto Geral, vista da Rua Vinte e Cinco de Março – Centro de São Paulo. Foto por Fernando Stankuns
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Antes de tudo, é preciso separar os conceitos de solidão e de sozinho. Uma pessoa que está sozinha, geralmente não se relaciona com as outras, quase como se estivesse numa ilha deserta, enquanto o solitário, nem sempre mora nessa ilha, podendo estar envolto à um mundo de gente e mesmo assim não se sentir querido por nenhuma delas. Leia mais…
“Long Journey”, por moyerphotos
Coletânea de poesias sobre amor, solidão e o sentido da vida, que nos coloca a serviço do prazer de imaginar fatos juntando pessoas e coisas, ao mesmo tempo em que levam à quase certeza de que a ficção só precisa tangenciar o real para emocionar e ensinar a sentir. Primeiro livro de Carlos Correa, autor do Vivendocidade.
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| Autor | Carlos Alberto Correa Filho |
| Editora | Clube dos Autores |
| Idioma | Português |
| Páginas | 58 |
| Capa | Brochura |
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