A avenida mais famosa de São Paulo, que há mais de cem anos abrigava as mansões da aristocracia cafeeira passa agora por seu momento mais crítico.
Hoje, não há mais o brilho das charretes levando suas damas para os chás, o que é algo bom, visto que essa nunca foi nossa realidade, mas também decair ao seu pior nível já é sacanagem!
No último mês, protestos de todos os tipos tomaram conta das vias, impedindo até mesmo os veículos de estarem ali. Houve uma troca, as pessoas foram para as ruas, mas por algum motivo, os carros não conseguiram ir para as calçadas.
Se falarmos apenas de trânsito, como item participador do cotidiano de qualquer cidade de porte médio à exagerado, cometeríamos um grande deslize, pois deixaríamos de lado um dos principais agentes causadores dessa situação, que são os motoristas.
Aliás, sem um motorista, não existiria sequer trânsito.
Veja esse desenho:
Acredita que ele foi feito antes da metade do século passado?
Por isso vamos tentar levantar algumas situações e exemplos de motoristas ruins e talvez como fazer para melhorar isso. Leia mais…
Quem mora em grandes cidades possui um grande amigo, presente em quase todos os momentos de seu dia a dia, chamado trânsito.
Esta “entidade” é capaz de fazer nosso humor ir de uma ponta a outra em questão de segundos, ao mesmo tempo em que nossos veículos não se movimentem um metro que seja.
(s.f, do Lat. victuscivitate); 1) sentir ou perceber a qualidade do que é vivaz; 2) presteza em obras; 3) capacidade de poder ver além daquilo que se enxerga; 4) neologismo, hábito ou costume do flâneur ie. flanar pelo espaço urbano ou a distinção de perambular com inteligência.